13 de Novembro de 2009

Por um acordo justo


A cimeira de Copenhaga está a criar enormes expectativas em todos aqueles que entendem este encontro como um marco na luta pelo desenvolvimento sustentável.

Para aqueles que lutam por um acordo justo (sem preconceitos pós-coloniais ou miserabilismos anti-ocidentais) importa que assinem a Petição Universal e empurrem os seus governos para um necessário acordo.





5 de Novembro de 2009

George Steiner

Com toda a certeza um dos maiores (senão o maior) evento cultural/universitário do ano na Região de Viseu: a presença de Steiner numa conferência do PIAGET.

Alguns dados biográficos.

Assembleia Municipal

Luis Pinheiro na AMN é motivo de primeira página num Jornal do Concelho. Se calhar com razão...
Espero que seja assíduo e represente de forma digna os interesses da freguesia de Canas. Na Assembleia de Freguesia não deixaremos de lhe lembrar essa responsabilidade.

20 de Outubro de 2009

Saramago, o Comercial

O "Nóbel" Saramago, tão idolatrado pela critica resolve promover o novo livro à cacetada. Coloca-se em bicos de pés para falar do Papa Bento e lança umas atoardas "à la Richard Dawkins" para ter espaço mediático. A idade não perdoa. E por falar em grandes males da humanidade, ao "Nóbel" não lhe ocorre agora nenhuma ideologia bem intencionada cuja prática não bata com a teoria ?
Uma intervenção para esquecer ( mas também não é preciso chegar tão longe).

11 de Outubro de 2009

De cabeça erguida

O MRCCS ganhou as eleições com justiça e por um resultado que não deixa dúvidas.
O CIM, com os seus 3 eleitos passa a ser a principal força da oposição na Freguesia. E de facto mostrou na campanha porque é que é oposição a este MRCCS. Os 27% obtidos vão justificar muito empenho na Assembleia de Freguesia. Procuraremos não defraudar quem nos deu o seu voto. Seremos uma força que irá questionar e pressionar o MRCCS, democráticamente, ao cumprimento do seu programa. Seremos fiscais de toda a actividade da Junta de Freguesia.
O Portal do CIM continuará activo onde daremos informações sobre a actividade dos eleitos do CIM, bem como faremos divulgação de toda a informação relevante da Junta de Freguesia.
Bem-Hajam os eleitores. Mãos à obra para os eleitos.

9 de Outubro de 2009

O Observador

IC 12 : Construção Adiada
Num dos debates “frente-a-frente” organizados pelas televisões na pré-campanha para as legislativas, o Primeiro-Ministro José Sócrates quando questionado por Francisco Louça sobre as “Auto-Estradas do Centro” esclareceu que esta adjudicação não iria em frente nesta legislatura.
As Auto-Estradas do Centro, para que os leitores se recordem, é o nome da concessão rodoviária que inclui 184 km de novas estradas, entre as quais, além de outros trajectos, as vias fundamentais Viseu-Coimbra em auto-estrada e a conclusão do IC 12 (Mangualde - Canas de Senhorim). O governo seguiu pois a recomendação das Estradas de Portugal e não adjudicou esta concessão pelo facto de se registarem brutais desvios nas propostas finais dos consórcios finalistas admitidos numa 1ª fase. Os números são de facto avassaladores: desvios de 119% na proposta da Mota Engil e de 131% na da Edifer (para um valor inicial de 740 milhões de Euros por 30 anos de concessão).
Não podemos negar que o interesse público fica melhor defendido com esta decisão, face à verdadeira “usura” que seria esta adjudicação, a ser paga pelos nossos impostos. Mas isto não invalida que se façam reparos à forma como correu este processo. Em primeiro lugar a junção de várias ligações rodoviárias, grandes e pequenas, nesta concessão, revelou-se confusa e passível de maiores deslizes orçamentais, bem como dificuldades de auditoria e fiscalização. Por outro lado o grau de expectativas das populações quanto a estas obras é diferente nos vários troços (no caso do IC 12 é notória a frustração das populações por mais de uma década de impasse e promessas não cumpridas). Depois, e é público, muitos alertaram no devido tempo, para o facto desta concessão estar sub-orçamentada ou pelo menos assente num cenário financeiro demasiadamente optimista, que a realidade (e a crise?) vieram a desmentir. De igual forma foram vários os anúncios, nesta legislatura, acompanhados de fanfarra e croquete, de que sim, a região finalmente iria ver o inicio da construção do IC12 e da auto-estrada Viseu-Coimbra.
Que pensar de tudo isto? Continuaremos em desvantagem, face a outras regiões, na luta pelo desenvolvimento.
Ao nível politico, as oposições não poderão aproveitar muito deste falhanço rotundo do governo pois é conhecida a animosidade de algumas lideranças partidárias sobre obras públicas e novas concessões rodoviárias (sem prejuízo do mérito ou demérito justeza dessas reservas).
Seria pois uma excelente oportunidade para as várias cores politicas distritais fazerem uma verdadeira “Frente” pela defesa dos interesses da região. No caso do IC 12 é escandaloso que se condicione uma vez mais a sua conclusão e se amarre esta obra a outras intervenções de maior amplitude. Somos filhos de um deus menor? A região de Viseu, não obstante o seu dinamismo, continua a ser preterida e mal tratada pelos governos das várias cores politicas. Isto acontece em matéria de estradas mas também na Universidade Pública, na ferrovia e em vários outros assuntos. Outras regiões de menor peso politico e económico fazem valer de forma mais eficiente os seus grupos de pressão. A meu ver o problema reside também na dificuldade dos nossos eleitos despartidarizarem as intervenções e abraçarem uma frente unida pelos interesses da região. O distrito de Viseu elege nove deputados e estes deveriam aprender com os deputados de outros círculos (veja-se o caso das regiões autónomas), cerrando fileiras pelos interesses de quem os elege. Lutar pela região também é defender a coesão nacional.
Ainda sobre o IC 12, e em concreto sobre os nós de acesso no concelho de Nelas, este impasse abre uma nova oportunidade para se discutir com clareza o assunto. O silêncio sobre o tema tem sido ensurdecedor. Não consigo compreender porque razão os órgãos autárquicos eleitos têm sido omissos em fazer cumprir os acordos estabelecidos. Todos se lembrarão do “acordo” para o nó de Canas, junto à boiça, acertado entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia, posteriormente alterado, sem que esses mesmos órgãos políticos
tenham lutado pelo cumprimento desse acordo ou prestado satisfações à população sobre o assunto.

Caritas in veritate

O período de férias tem o condão de nos dar mais tempo para leituras que consideramos importantes para a nossa formação pessoal.A encíclica do Papa Bento XVI Caritas in Veritate deveria ser lida atenta e demoradamente por todos os católicos e pessoas de cultura. Digo demoradamente porque a profundidade filosófica e pastoral do documento assim o obriga. Num tempo em que tantos acusam a Igreja de não dar resposta às questões da modernidade, encontramos nesse texto uma súmula coerente e orientadora da Doutrina Social da Igreja para os problemas do Homem contemporâneo nomeadamente nas questões do trabalho, crise internacional, ambiente, organização entre os estados, entre outros assuntos. A meu ver, uma leitura imprescindível.

Para qualquer dúvida, esclarecimento ou sugestão agradeço o contacto para mahenriques@ sapo.pt

( Publicado na Edição nº 130 do Jornal de Canas de Senhorim)


Temas de Urbanismo, Ambiente e Construção

O CARNAVAL – Património Cultural Imaterial a Preservar

Este é o Carnaval de Canas de Senhorim, extraordinário espectáculo do Povo e para o Povo. Que pena nos dá que o Turismo concelhio ao longo de tantos anos, nada tenha feito para mostrar a portugueses e estrangeiros o nosso Carnaval”

António João Pais Miranda in “Canas de Senhorim, o que somos o que queremos”( 1975)

Este excerto de um “apaixonado” texto do saudoso António João Pais Miranda, reveste ainda, 33 anos passados, alguma actualidade.
Em Canas de Senhorim já se disse quase tudo sobre o Carnaval e sobre a sua importância para os canenses. É sem sombra para dúvidas o evento cultural mais intensamente vivido por todos, com raízes bem fundas no bairrismo popular. É uma festa de canenses para canenses, que muitos forasteiros apreciam.
É difícil não concordar que a promoção/divulgação do nosso Carnaval tem ainda um caminho a fazer. Outros Carnavais, de menor tradição e beleza estética, têm sabido usar com mestria a auto-promoção, superando o nosso Carnaval em notoriedade.
Mas a grande questão para futuro é, como tratar do Carnaval enquanto fenómeno de cultura popular? Como imortalizar as marchas, canções e histórias que passam de geração em geração? E por último como potenciar esta riqueza enquanto mais-valia para a dinamização turística da freguesia? Conhecemos alguma divulgação séria deste património?
Recentemente a legislação nacional e internacional veio consagrar formas jurídicas de protecção, salvaguarda e inventariação do Património Cultural Imaterial, onde o Carnaval de Canas pode ver um estímulo para de forma pioneira se lançar num trabalho profundo de registo, memória e divulgação. O Património Cultural Imaterial pode ser visto nas práticas, representações, expressões, conhecimentos e aptidões – bem como nos instrumentos, objectos, artefactos e espaços culturais que lhes estão associados – que as comunidades, os grupos e, sendo o caso, os indivíduos, reconheçam como fazendo parte integrante do seu património cultural.
Na legislação nacional este assunto é recente – cfr. Decreto-Lei nº 139/2009, de 15 de Junho. Consciente da importância do património imaterial vem o legislador, dando também cumprimento a compromissos internacionalmente assumidos, fixar formas de apoio à preservação e divulgação de “tradições e expressões orais”, “expressões artísticas e manifestações de carácter performativo” e “práticas sociais, rituais e eventos festivos”. O Carnaval de Canas reúne diversos destes pontos. O Carnaval na nossa terra é um fenómeno vivo e pujante, mas nem por isso deve desdenhar novas formas de preservação e valorização. Promover a reprodução escrita, sonora e audiovisual das marchas, das letras das canções, das rivalidades ancestrais marcadas pelo bairrismo entre Paço e Rossio, é dar a oportunidade a outros e aos vindouros de conhecer a nossa jóia da coroa. O mencionado diploma legal cria um procedimento da inventariação em base de dados das várias formas de património imaterial, sob a coordenação do Instituto dos Museus e da Conservação,I.P. Este processo de inventário e preservação é apoiado pela Direcção Regional da Cultura do Centro, e pode ser despoletado por iniciativa dos cidadãos, associações e autarquias locais. Parece-me, no caso, estar a Junta de Freguesia bem colocada para liderar este processo de reconhecimento do carácter único do nosso Carnaval, contribuindo para a sua promoção e registo histórico.
Seria pois estimulante avançar com este processo de inventariação, como alavanca de uma nova forma de encarar este património, sonhando até com a criação de um Museu do Carnaval (físico ou virtual), potenciando uma maior ligação ao turismo local e regional. A anunciada Casa da Cultura pode também dar uma ajuda ao lançamento deste processo.
Fica neste artigo a ideia da necessidade de um trabalho sério na preservação da história e expressões culturais do nosso Carnaval, há muito necessária, e agora com possibilidades de ser apoiada pelas entidades culturais competentes.

Para qualquer dúvida, esclarecimento ou sugestão de temas de ambiente, construção ou urbanismo a serem abordados nesta coluna agradeço o contacto para mahenriques@ sapo.pt
(Publicado na Edição nº 130 do Jornal de Canas de Senhorim)

CIM é Possível!


6 de Outubro de 2009

Demografia

É util perder uns minutos com a reportagem de hoje do público sobre a demografia nos concelhos portugueses no período 1991-2008. O concelho de Nelas segura-se ( cresce 0,8 %).

Esclarecimento ao Professor Luis Pinheiro

Como tive ocasião de esclarecer o Professor Luís no debate dos Candidatos à Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, o PDM de Nelas encontra-se parcialmente suspenso para que seja feito um Plano de Pormenor que enquadre a Zona Industrial I. O IC 12 e o seu traçado NÃO obrigaram até ao momento à Suspensão do referido Plano.

Adelino Amaral

Folgo em saber que o Candidato do PS, Adelino Amaral, que não teve tempo para dizer de sua justiça a alguns jornais do concelho, vai na 3ª entrevista ao Folha do Centro de Nelas. Registamos e interpretamos livremente esta omissão.

5 de Outubro de 2009

Debate Autárquico - JF de Canas

Na visão de Luis Silva

http://ls-livrepensamento.blogspot.com/2009/10/canas-de-senhorim-em-debate.html

26 de Setembro de 2009

Encompassing the Globe


A ver com urgência. Temina 11/10.




"A little-known fact: A version of the Internet was invented in Portugal 500 years ago by a bunch of sailors with names like Pedro, Vasco and Bartolomeu. The technology was crude. Links were unstable. Response time was glacial"

25 de Setembro de 2009

MFL e o Futuro do PSD

Parece que vamos ter Sócrates outra vez à frente do governo. Esta semana foi um desastre para a campanha de MFL, caindo em todas as ratoeiras de retórica armadas pelo PS. Sócrates, politico que não aprecio e cuja sombra de suspeição que sobre ele paira seria motivo bastante para sair do governo, fica com o mérito de ter tido uma campanha extremamente profissional. Para a história ficam as mentiras no debate com MFL sobre a privatização da saúde e segurança social que MFL não teve arte e engenho para rebater. Estou certo que MFL seria uma boa primeira-ministra, mas a inabilidade politica feriu-a de morte. Todos lhe vão lembrar, no Domingo, o resultado do PS em Vila Real ( caso PPC) e a performance de António Preto. O PSD cavalgou durante meses a estratégia da ética ( e bem). Comprometeu-a por demérito próprio. Não sei se no MFL aceitará a capitulação ou irá tentar a guerra civil. O que sei é que o futuro não se fará com ela mas com Rangel, Mota Pinto e sobretudo Pedro Passos Coelho.
Neste momento só desejo uma coisa - uma governo minoritário para travar a arrogância que larvou em Portugal nos últimos 4 anos

CIM na Póvoa de Stº António (2)














































24 de Setembro de 2009

Canas Perca Peso

Chegou. Mais do que a tempo. Canas Perca Peso

http://canaspercapesoagora.blogspot.com/

20 de Setembro de 2009

CIM na Póvoa de Stº António





































14 de Setembro de 2009

Um Homem Bom


Faz 1 mês que faleceu o Dr. Daniel Andrade, meu primeiro patrono. Devo-lhe, a par do amigo Arsénio, a atenção que me prestou nos primeiros meses de estagiário depois de concluida a faculdade. A nossa vida seguiu caminhos diferentes, quando deixei o escritório da Fernão de Magalhães, mas guardarei para sempre a afectividade e simpatia que sempre me transmitiu.

Até sempre Doutor!!

13 de Setembro de 2009

CIM em Vale de Madeiros


11 de Setembro de 2009

CONVIVIO CIM (sem custos para o contribuinte)


9 de Setembro de 2009

Corrupção – Podemos derrotá-la!

(Publicado na edição nº 129 do Jornal Canas de Senhorim)

A recente condenação de Isaltino Morais por crimes de corrupção passiva, branqueamento de capitais, abuso de poder e fraude fiscal, pode representar, pelo seu carácter simbólico, um marco na forma como os portugueses lidam com o fenómeno da corrupção. Depois de nos últimos anos termos assistido a um debate pouco frutífero sobre a possibilidade de serem introduzidos mais controlos sobre os pecúlios acumulados pelos políticos no exercício das suas funções (p.ex as propostas do Deputado João Cravinho engavetadas pelo Parlamento) desperta de novo a sociedade para este problema, tendo as eleições como pano de fundo.
A corrupção em Portugal atinge diversos graus e matizes. Mas seja qual for a dimensão é, em Portugal ou qualquer país do mundo, a causa maior de descredibilização da política e dos políticos. Aqui contudo sou a entender que devemos fugir ao jargão habitual de que a culpa é dos políticos que só andam por lá para enriquecer. Importa notar que os políticos que temos não são mais do que o reflexo de toda uma sociedade. A sociedade tem, pelo voto, um inalienável poder de separar o trigo do joio. Premiar os projectos que se afirmem como sérios e rejeitar interesses pessoais “mascarados” de serviço público. O caminho para alterar este estado de coisas só será possível, a meu ver, através de uma maior responsabilização dos eleitores pelas suas escolhas. Qualquer atitude permissiva face ao político “fazedor” mas nada transparente e patrocinador de esquemas de favorecimento pessoal, é o maior incentivo para a multiplicação dos casos de corrupção. O poder para mudar a qualidade dos representantes pertence aos eleitores. Importa separar a questão política da jurídica. Nos tribunais a todos deve ser dada a possibilidade de se defenderem. Não se queira é conseguir nas urnas uma inocência que os tribunais não deram.
O outro lado deste problema, que é agravado pela ausência de massa crítica em muitas localidades portugueses, é o entrincheiramento de redes clientelares, transformadas de 4 em 4 anos em sindicatos de voto. Não raras vezes pessoas dependentes das boas graças dos caciques locais vêm-se enredadas numa espécie de compra e venda de votos em troca de favores. Estas redes procuram funcionar com vários tentáculos, acopladas a instituições públicas e privadas, onde nada acontece sem o beneplácito.
É isto que queremos para o nosso país? Sem falsos moralismos da minha parte digo que não. Quero órgãos eleitos com elevados níveis de transparência, que favoreçam a fiscalização e o controlo, tornando o dinheiro público mais eficazmente gerido. Isto leva-me a criticar os excessos de promiscuidade entre autarquias e associações, rejeitar a sobre-orçamentação de obras públicas, controlar cada euro gasto em despesas de representação ou outras mordomias dos eleitos. Ora, isto só é possível se não houver medo e represálias. E quem está demasiado dependente destes esquemas, por vassalagem política ou dependência pessoal e familiar, não terá a paz de espírito para um voto esclarecido. E muito menos, uma vez eleito, capacidade de moralizar a res publica.
Estas ideias não são nem inovadoras nem revolucionárias. São grosseiramente copiadas do melhor que se pode ver e fazer em Portugal e no Mundo. Tê-las -ei em mente nos meus votos de 27 de Setembro e 11 de Outubro. Deixo o desafio para que o leitor pense nisto, e se bem o entender, mostre aos menos sérios da politica que o poder é seu e que o seu voto não tem preço!


Manuel Alexandre Henriques
(mahenriques@sapo.pt)

Temas de Urbanismo, Ambiente e Construção

(Publicado na edição nº 129 do Jornal Canas de Senhorim)

I – Regularização de Furos/Poços – Nova Clarificação


Na edição nº 127 do Jornal de Canas de Senhorim dedicámos esta coluna aos procedimentos para a regularização das utilizações do Domínio Hídrico anteriores a 01/06/2007. De acordo com a legislação em vigor, está prevista uma comunicação obrigatória da existência destas utilizações (furos e poços), dirigida à Administração da Região Hidrográfica, mesmo nos casos em que as capacidades de extracção não excedam os 5cv de potência.
Pelo Despacho nº 14872/2009, de 02 de Julho, veio o Ministro do Ambiente alterar novamente as regras (que decorrem da própria Lei da Água e do Decreto-Lei que regula a titularidade da Utilização de Recursos Hídricos). Contráriamente ao estipulado na Lei, e certamente motivado pela insatisfação demonstrada por muitos cidadãos, decidiu o Ministério do Ambiente fazer publicar um despacho, tendo em vista uma interpretação restritiva do alcance das obrigações dos particulares. Do mesmo resulta que a anterior obrigatoriedade de comunicar a existência de furos/poços, anteriores a 01/06/2007, com potências de extracção inferiores a 5cv, deixou de ser obrigatória, passando a voluntária. Para as utilizações posteriores a esta data, em condições similares, mantém-se a obrigatoriedade de comunicar.
Contudo, se o utilizador não comunica também não salvaguarda quaisquer direitos pré-existentes (como esclarece o mencionado despacho). E o que quer isto dizer? Se, por hipótese, num determinado terreno já existir um poço/furo (não comunicado) a Administração da Região Hidrográfica pode vir a autorizar outra utilização, por desconhecer a pré-existente (situação só evitável com a comunicação). Desta feita, e como resulta da lei, só a Comunicação protegerá devidamente as utilizações existentes.
Lamenta-se a constante mudança das regras do jogo, ao sabor das contestações, que em nada contribui para uma boa percepção que o cidadão possa formar sobre o funcionamento das instituições. Um dos corolários do Estado de Direito Democrático é a “Segurança Jurídica”, com a necessária previsibilidade das suas obrigações para com o estado. Infelizmente esta previsibilidade parece arredada das práticas actuais de quem legisla e decreta.


II - Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial – Diplomas de Desenvolvimento

No passado mês de Maio foram publicados alguns diplomas que vieram regulamentar o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, nomeadamente em matérias que se encontravam em total omissão legislativa, desde 1999 (data da publicação do Decreto-Lei nº 380/99, de 22 de Setembro), nomeadamente em sede de vocabulário de ordenamento do território, classificação de solos e cartografia.

1. Decreto Regulamentar nº 9/2009 - Este Decreto-Regulamentar visa combater a dispersão do vocabulário urbanístico utilizado nos instrumentos de gestão territorial que, não raras vezes, tem sido fonte de dúvidas por parte dos vários intérpretes.
Como primeira consequência, determina-se que a omissão de uma definição no Plano implique a adopção, automática, das definições do Decreto Regulamentar. De igual forma, não serão admissíveis textos diferentes para a mesma definição. Apenas são aceites definições não contempladas no Decreto-Regulamentar (desde que devidamente justificadas).
A entidade incumbida de monitorar a aplicação deste “glossário”, e de promover junto do governo a sua actualização, é a Direcção-Geral de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano.

2. Decreto Regulamentar nº 10/2009 - Este decreto vem introduzir uma série de especificações e procedimentos que visam uniformizar os critérios de elaboração da cartografia dos planos, e sua actualização. Estabelecem-se regras, procedimentos e obrigações de actualização que, idealmente, permitirão informação cartográfica mais fidedigna.

3. Decreto Regulamentar nº 11/2009 - Pretende este diploma regular, para ulterior uniformização do vocabulário utilizado nos PMOT (Planos Municipais de Ordenamento do Território), a classificação e qualificação dos solos. De igual forma, e visando um maior compromisso do planeador com as opções tomadas na elaboração dos PMOT, prevê uma “reversão” das opções do planeador se e quando a intenção inscrita no Plano não tiver execução durante a vigência do mesmo, nomeadamente quando não for prevista a urbanização no programa de actividades do Município ou quando não ocorrer a efectiva edificação dos mesmos (proveniente de actos de licenciamento ou admissão de Comunicação Prévia). Como exemplo desta possibilidade de reversão poderemos imaginar uma situação de solos rurais, tornados urbanos com um plano, mas sem qualquer uso edificatório durante a vigência do mesmo, que retornariam ao uso original (sem prejuízo de o Município, na revisão do Plano, insistir na manutenção do uso “devoluto”). Pretende esta nova abordagem “desincentivar” a criação de bolsas especulativas de terrenos “urbanizáveis” que não encontram procura no mercado nem se coadunam com uma gestão sustentada do espaço urbano.
Consagra também este Decreto Regulamentar o carácter excepcional da re-classificação de um solo rural para urbano (só admissível em casos excepcionais motivados pela dinâmica da expansão urbana ou do esgotamento das áreas urbanizáveis existentes). Todos os Planos Directores Municipais devem adequar-se a estas prescrições regulamentares no prazo de 5 anos contados da data de entrada em vigor deste diploma (até 30 de Maio de 2014)


Para qualquer dúvida, esclarecimento ou sugestão de temas de ambiente, construção ou urbanismo a serem abordados nesta coluna agradeço o contacto para mahenriques@sapo.pt

7 de Setembro de 2009

Alguma esperança

Fiz hoje algumas leituras que me dão esperança em que o concelho de Nelas possa um dia ser mais justo e não estar tão virado ( enclausurado) para a Praça do Municipio.
Um dos textos, da Drª Maria José Larcher, publicado no Folha do Centro, dá eco ao burburinho que atravessa Canas onde se lamenta (com perplexidade) a ausência de canenses nas listas da coligação.
O outro texto é de Rute Loureiro ( do blogue o indigente) que refere, e muito bem, que sendo Santar o maior centro de produção de vinho no Concelho se não faria sentido a Feira do Vinho ser realizada nesta localidade ( o que teria outros efeitos positivos evidentes, como seria a dinamização turistica relativamente à qual a Vila de Nelas não terá especiais atributos por razões óbvias). A analogia com o Carnaval de Canas é também muito pertinente.
É animador ler estes textos. Ocorre-me um cartaz do CDS que tenho visto por ai "Há cada vez mais pessoas a pensar como nós".

CIM na Feira de Canas ( 05/09)


A acção de campanha foi positiva mas infelizmente - para os feirantes - a feira estava com pouca dinâmica ( sinal dos tempo que vivemos). Esperamos que o novo espaço a inaugurar na próxima semana possa trazer algum dinamismo. Questão pertinente a colocar: Estando o novo espaço da feira pronto há cerca de 1 ano, porquê uma abertura tão tardia? Certamente não foi o interesse dos comerciantes e da população que pesou nesta decisão.
Mais fotografias no Blogue da Candidatura.

2 de Setembro de 2009

CIM nas Caldas da Felgueira











Até nas Caldas da Felgueira se pode verificar que há grandes diferenças de tratamento entre as freguesias de Canas e Nelas. Ouvimos muitos desabafos e um certo sentimento de orfandade face à Junta de Freguesia e a Câmara Municipal. Ruas muito sujas, lixo amontoado. A ribeira da Pantanha suja de meter dó. É preciso orientar os serviços da junta para todas as localidades. A politica de avestruz tem limites. O sr. Presidente da Junta deveria deixar os seus afazeres partidários e cumprir as funções para que foi eleito. Digo eu, que sou optimista.

30 de Agosto de 2009

Angulo


Como as expectativas são baixas, quem sabe não teremos uma boa surpresa. A dispensa do Valência não é o mais relevante. Basta atentar na frente de ataque deste clube....

28 de Agosto de 2009

Politica do Respeitinho

Parece que em Nelas se adoptou uma politica de castigar os que levantam a voz contra o poder. Não sei como chamar isto. Provincianismo?

26 de Agosto de 2009

Frei Manuel Cardoso

Esta semana descobri Frei Manuel Cardoso, mestre compositor da polifonia portuguesa (filipina) do séc XVII.
Alguns dados biográficos deste alentejano de Fronteira.

O próximo executivo

Cingab avança com uma especulação do que poderá ser o próximo executivo. Eu penso que sobrestima a coligação e sub-estima a oposição. É provável que a coligação perca votos em Nelas, em Canas, em Senhorim e até em Santar. Não esqueçam que há quatro corredores nesta prova. Nenhum deles ficará abaixo da fasquia de 1500 votos o que de per se mina o cenário tradicional.

Paulo Rangel

Um aula muito desinspirada de Paulo Rangel. A tentativa vã de defender as escolhas de Ferreira Leite ( maxime António Preto) trazem-lhe descrédito e minam o capital politico que justamente conquistou.

25 de Agosto de 2009

No taxation without representation

Numa campanha em que falamos de falta representação em democracia, nada como relembrar principios liberais sólidos, que ainda marcam a fundação de grandes democracias ocidentais. Sim, a representação é essencial. E nenhum cacique local pode mudar esta verdade eterna.

Frustração

O descontentamento com as listas do PSD/CDS no concelho de Nelas é notório. Esta semana as ondas de choque sentiram-se. A nível concelhio as listas são mais pobres do que há 4 anos. Ficam os fieis, os dependentes e candidatos ao favor. Este PSD pode ser uma máquina de ganhar eleições, mas é uma sombra do partido irreverente e jovem que conheci. Não admira por isso que muitos se tenham afastado. Porque em politica não vale tudo.
No caso de Canas a frustração mistura-se com uma sensação de desprezo. As pessoas entendem como insolente quem acha que os canenses "vendem" o seu voto por meia dúzia de metros de passeios. Este executivo teve condições únicas para deixar marcas positivas. Teve o que os anteriores e os futuros não terão da mesma forma: dinheiro. Muito Dinheiro. Para Canas de Senhorim sobrou pouco e isso paga-se. Em votos.

High-tech jugglers

People who are regularly bombarded with several streams of electronic information do not pay attention, control their memory or switch from one job to another as well as those who prefer to complete one task at a time, a group of Stanford researchers has found.
People who are regularly bombarded with several streams of electronic information do not pay attention, control their memory or switch from one job to another as well as those who prefer to complete one task at a time, a group of Stanford researchers has found.
High-tech jugglers are everywhere - keeping up several e-mail and instant message conversations at once, text messaging while watching television and jumping from one website to another while plowing through homework assignments.are everywhere - keeping up several e-mail and instant message conversations at once, text messaging while watching television and jumping from one website to another while plowing through homework assignments.
So maybe it's time to stop e-mailing if you're following the game on TV, and rethink singing along with the radio if you're reading the latest news online. By doing less, you might accomplish more.

24 de Agosto de 2009

Outros Cartazes


22 de Agosto de 2009

Marcar a Diferença

Já o disse e volto a repetir : O CIM marca uma subida de nível considerável nos conteudos e na forma de estar nas eleições autárquicas.
Não se trata de um auto-elogio narcisista mas de uma constatação de uma nova postura e consistência das propostas apresentadas.
Aqui não se vê demagogia ou abuso de propostas de terceiros ( como parece ser a estratégia do MRCCS-LP face ao pouco que a CMN fez em Canas).
As pessoas decidirão se é tempo de dar uma vassourada em muito boa gente que anda para ai.

21 de Agosto de 2009

Bússola Eleitoral - Portugal




Uma ferramenta que visa ajudar os cidadãos a descobrir qual o partido politico que melhor defende os seus pontos de vista no quadro das próximas eleições legislativas(desenvovida pelos politólogos, Marina Costa Lobo, Maarten Vink, Pedro Magalhães, Marco Lisi, Jorge Fernandes, Álvaro Esteves e Edalina Sanches).

20 de Agosto de 2009

Does a tax on junk food make sense?


Does a tax on junk food make sense?


"Support for another such tax, on junk food, is now spreading, especially in America. Congress is considering a tax on sugary drinks to help pay for the planned expansion of health-care coverage. Some analysts would like to see broader duties on junk food. On July 27th the Urban Institute, a think-tank in Washington, DC, proposed a 10% tax on “fattening food of little nutritional value” that, it claimed, would raise $500 billion over ten years


"The logic for a tax on fattening food may seem obvious. About one-third of Americans are obese, up from 15% in 1980. Fat people are more prone to heart disease, diabetes, bone disorders and cancer. An obese person’s annual medical costs are more than $700 greater than those of a comparable thin person. The total medical costs of obesity surpass $200 billion a year in America, which is higher than the bill for smoking. These costs are not all borne by the obese. When health-care costs are shared, obesity becomes a burden for everyone. Thanks to government health-care plans such as Medicare half of America’s obesity-related health costs land on taxpayers. In private employer-sponsored health plans the slim pay similar premiums to the overweight."


Fruto de uma Cerejeira-Bical da Cova da Beira plantada no Alto dos Picotes em terras de Entre Mondego-Dão


Será que irá regressar?


19 de Agosto de 2009

Propaganda Eleitoral

Os candidatos às autárquicas tem usado ( e abusado) dos outdoors e pendões ( a Vila de Nelas está de facto "carnavaleira", como já se escreveu na imprensa local). Mas tudo bem, é fruta da época. Realço apenas que a apresentação das propostas dos candidatos, com excepção de umas vagas generalidades com que todos estamos de acordo ( "acessos", "termalismo", "produtos locais", "turismo" - sem concretizar nenhuma acção em concreto), é inversamente proporcional. Os 13 milhões de Euros de orçamento anual da CMN justificam mais imaginação.
Estranho apenas que em Canas de Senhorim - tão importante que foi na vitória do actual executivo - não tenha qualquer cartaz da coligação. Houve alguém que proibiu ?

18 de Agosto de 2009

Carolina Patrocinio ( a luta entre o Tico e o Teco)


Bem, ao ouvir as declarações e objectivos de vida de Carolina Patrocinio volto a parafrasear Romário pois esta menina também é daquelas que "calada é uma poetisa".


A melhor de todas - Só come cerejas se a empregada tirar os caroços.

Auto-Estradas do Centro

Qual golpe de teatro, a concessão das Auto-Estradas do Centro ( que inclui o IC 12) parece que pode vir a ser anulada. http://diario.iol.pt/sociedade/estradas-auto-estradas-centro-estradas-portugal-consorcio-tvi24/1075010-4071.html
Na verdade sempre estranhei a mistura de trajectos, mas admiti sempre que o Governo e as Estradas de Portugal soubessem o que estavam a fazer. De igual forma cai por terra o esquema das auto-estradas low cost ( sub-orçamentadas, com que o bonacheirão ministro jamais tem feito propaganda nos últimos 4 anos). Tomará o governo uma decisão politica sobre este assunto que contrarie a comissão de avaliação? Tenho dúvidas. É provável que o PS sofra nas urnas, no Distrito de Viseu, as consequências deste monumental falhanço.

Cartazes de Campanha


Para quem gosta das campanhas do país real recomendo a visita ao http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/
Só pela amostra já dá para ver as perolas que se encontram...

8 de Agosto de 2009

Congresso Brasileiro

Para quem se queixa do parlamento português, que dê antes uma olhadela a essa casa de espectáculos que é o congresso brasileiro. Nesta câmara o Ministro Manuel Pinho seria um exemplo de "decoro parlamentar". O maior espectáculo do mundo!!!

Escolas Católicas Vs Escolas Públicas

Merece ser lidada esta análise de Ricardo Reis para a realidade dos Estados Unidos da América, mas que também assenta como uma luva na área metropolitana de Lisboa. Acima de tudo merece ser discutido o porquê de um país como Portugal, que torra milhões na escola pública, não conseguir travar a decadência do seu ensino público. Também aqui importa por em causa algumas teorias "alunocêntricas" que só têm causado exclusão e frustração nos pais e nos alunos. Para esta causa também precisariamos de sindicatos fortes e reinvidicativos. Mas quanto ao conceito de escola pública Ministério e Sindicatos são, infelizmente, camaradas fraternos.

5 de Agosto de 2009

Não é Americano?


Um grupo anti-Obama está a promover uma campanha pela destituição do presidente. O argumento é que segundo a Constituição dos E.U.A por não ter nascido em solo americano não pode ser presidente. A imprensa ridiculariza-os, mas fala deles. A acompanhar...




"In researching the intent of the founding fathers, the laws passed and cases heard by the Supreme Court of the United States both before and since the passage of the Fourteenth Amendment there is nothing that would grant natural born citizenship to Barack Hussein Obama, II. The man occupying the Oval Office is not qualified to hold that office by virtue of the US Constitution and the intent of our Founding Fathers who wrote it. "

4 de Agosto de 2009

Estado da Nação Canense


Debate sobre o estado da Nação Canense!

Dia 02/09/2009 - pré-incrições para canastwitter@gmail.com




O momento socrático de Ferreira Leite

Um tiro nos pés, de rajada. Por puro sectarismo afasta-se das listas um dos mais promissores quadros do PSD, Pedro Passos Coelho. Natural de Vila Real, com mais de 30% do último congresso não serve para deputado. Desde que assumiu a liderança parece-me, de todo em todo, a decisão mais inábil que MFL tomou. Esperem para ver as próximas sondagens. O eleitorado abomina a arrogância de Sócrates e terá aversão a esta postura autocrática.

3 de Agosto de 2009

Não Contemporizar com a pequena e a grande Corrupção

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1394518&idCanal=12

Veremos o que dá o recurso, mas a condenação de Isaltino Morais é um incentivo para os que acreditam que um grande banho ético é possível na nossa vida pública. Contráriamente ao que alguns propõem, não acho que sejam as limitações aos direitos politicos dos arguidos/acusados/pronunciados que fará a diferença. Estas limitações tem um fundamento populista, muito perigoso, que procura fazer justiça fora dos tribunais. Como bem defendia hoje, na Sic Noticias, Paulo Mota Pinto, enverdar por este caminho pode levar a limitações indevidas de direitos politicas de pessoas inocentes ( até que se forme caso julgado material).
O caminho correcto é a RESPONSABILIZAÇÃO dos eleitores pelas suas escolhas. Estes devem rejeitar os politicos "sujos", manchados pela utilização indevida do dinheiro público, pela mistura dos negócios públicos com a sua vida privada, pela sobrefacturação de empreitadas, pelo amiguismo na contratação. Antes de ser JUDICIAL este assunto é POLITICO. E antes de POLITICO tem a ver com EDUCAÇÃO e VALORES ÉTICOS.
Se continuarmos a contemporizar com esta gente que rouba, corrompe ou faz negócios consigo próprio não há hípotese de regeneração. O poder é todo nosso. Ao ditado rouba mas faz diremos NÃO OBRIGADO!! Cabe nos a nós nivelar por cima as nossas lideranças

Ana Mouraz - Mandatária do CIM

É informação oficial. A Drª Ana Mouraz é a Mandatária do CIM para as autárquicas 2009.
Para o CIM é um orgulho, e uma enorme responsabilidade, contar com uma pessoa desta estatura a dar a cara pelo nosso projecto.
Para o CIM, com Ana Mouraz, a fasquia só pode ser a excelência.

No site da candidatura está já disponível a carta de apoio da Drª Ana - "Porque a Democracia não se esgota no acto de escolher."

http://canascim.org/

1 de Agosto de 2009

Tráficos

via Josias de Souza