20 de agosto de 2009

Does a tax on junk food make sense?


Does a tax on junk food make sense?


"Support for another such tax, on junk food, is now spreading, especially in America. Congress is considering a tax on sugary drinks to help pay for the planned expansion of health-care coverage. Some analysts would like to see broader duties on junk food. On July 27th the Urban Institute, a think-tank in Washington, DC, proposed a 10% tax on “fattening food of little nutritional value” that, it claimed, would raise $500 billion over ten years


"The logic for a tax on fattening food may seem obvious. About one-third of Americans are obese, up from 15% in 1980. Fat people are more prone to heart disease, diabetes, bone disorders and cancer. An obese person’s annual medical costs are more than $700 greater than those of a comparable thin person. The total medical costs of obesity surpass $200 billion a year in America, which is higher than the bill for smoking. These costs are not all borne by the obese. When health-care costs are shared, obesity becomes a burden for everyone. Thanks to government health-care plans such as Medicare half of America’s obesity-related health costs land on taxpayers. In private employer-sponsored health plans the slim pay similar premiums to the overweight."


3 comentários:

Daniel Rodrigues disse...

Apesar de se poder considerar uma taxa abusiva, defendo-a plenamente, se for o único modo de distinção entre produtos calóricos e produtos saudáveis.

Aliando o facto de esses produtos nocivos virem a ter um preço mais elevado, do mesmo modo, os produtos saudáveis deveriam ter um preço acessível.

Em Portugal vivemos na realidade de que os produtos saudáveis são ainda mais caros que os nocivos.

Uma mudança de política nesta área era de todo importante.

Cumps

MANUEL HENRIQUES disse...

Eu também tendo para a sua opinião sobretudo por uma questão de justiça fiscal.

A dificuldade é mais de operacionalizar esta situação no nosso ordenamento juridico.

Daniel Rodrigues disse...

Para tua opinião, pelase

Mas é claro que qualquer governo que enveredasse por este caminho ia ser atordoado pelos Belmiros e Jerónimos Martins